© Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um novo estudo mapeou mais de 98 mil trabalhadores do setor de transporte de produtos perigosos no Brasil, revelando os principais desafios encontrados pela categoria, como a necessidade de qualificação contínua, a renovação da mão de obra e a baixa presença feminina.
Eduardo Leal, secretário executivo da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, informa como o setor está se preparando para a realização de serviços com mais eficiência.
“Como a gente está falando de mais de 2,5 mil produtos, eh, que são classificados como produtos perigosos, a gente precisa enxergar também que para cada um desses produtos existem algumas particularidades e cada empresa fica responsável por apresentar essas características especiais que esses produtos possuem.”
Os dados do levantamento mostram que a maioria dos profissionais, cerca de 66%, possui o ensino médio completo, enquanto 17% concluíram o ensino fundamental. No entanto, a formação acadêmica tradicional não reflete totalmente a especialização exigida para a função. Eduardo Leal, secretário executivo da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, dá outros detalhes sobre investimentos da associação na qualificação dos transportadores.
“Nós desenvolvemos e vamos lançar esse ano um curso voltado para a parte de sinalização dos veículos, de forma gratuita, EAD, que facilita muito também.”
Segundo a Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos, a qualificação necessária para atuar na área requer conhecimentos técnicos específicos que vão além da escolaridade formal, exigindo preparação técnica constante para garantir a segurança no transporte de cargas especiais.
Fonte:Agência Brasil
